![]() |
| Amanda Farias |
Os teus cabelos negros arrumados perfeitamente adentro dos cachinhos arranjados pro vento ultrapassar, dar vertigem em que vê, levar de mundo afora, as delicias daquele cheiro. Chegara a ser cruel o quanto implorava para dar-lhe mais carência. De que? A perguntavam, e sempre tinham como resposta um risinho arasador. Cheiro de flor quando ri, se descabela, e volta a arrumar os cabelos, se recompor, retocava o olhar mal encarado, visto que eram tão sem jeito, como a graça de estar só olhando, e beirando algum paraíso quase sempre impossível, num sonho invísivel, da calvagada triste de um principe principe perfeito. ‘’Ah, mas ela era uma flor tão orgulhosa...’’

Nenhum comentário:
Postar um comentário