domingo, 10 de junho de 2012

Vibeista

Liamara Laurindo

Onde você vê um motivo para se irritar
Alguém vê a tragédia total,
Ela vê uma prova para sua paciência
Onde você vê a fortuna
Alguém vê a riqueza material,
Ela pode encontrar por trás de tudo a dor e a miséria total
Onde você vê a teimosia
Alguém vê a ignorância,
Ela compreende as limitações da outra 'persona'.
Num constante badalar de emoções...internas; encherga sem ser vista, pois quem vê é só o que vê.
Quem sente não é quem é
Atenta ao que vê e é, tornassa eles.
Ora ela titubeia, ora cria, ora destrói.
Ela é sua própria paisagem.

Tradcional

Beatriz Fernadez

Curiosa

Quando andava, seus cabelos longuissímos a frente corriam, trilhando um caminho confortável e seguro.   Beirando a melhor curiosidade de todas. Ia sempre a frente, badalando qualquer ouvido, com suas rápidissímas frases soltas.
Ana Caroline

Ácida

Patrícia Novais

Cada palavra gereva uma frisura ácida, brava e risonha, sarcasmo ácido. Relutavam as palvras soltas num fonte de riso e meiguisse, andava rindo era assim que se acompanhava a andança rápida, ia longe, sem pudor de coragem.

Intensa


Juliana Barreto
A típica menina que se aquietava tentando sufocar todo o  sentir, passava batom vermelho se  fingia de mulher, e quando passavas era olhar escancarado pra todo lado, feito beija-flor pairando em dezenas de cheiros. Um balaio de emoções.

Serenissíma





Pois é, serenissíma define bem, tão bem, que contestamento é efeito de riso. Como pode? Forjar tanta apararência? Resulta nisso... Serenissíma.

Letícia Cabral






Narscisinha

Amanda Farias


Os teus cabelos negros arrumados perfeitamente adentro dos cachinhos arranjados pro vento ultrapassar, dar vertigem em que vê, levar de mundo afora, as delicias daquele cheiro.  Chegara a ser cruel o quanto implorava para dar-lhe mais carência. De que? A perguntavam, e sempre tinham como resposta um risinho arasador. Cheiro de flor quando ri, se descabela, e volta a arrumar os cabelos, se recompor, retocava o olhar mal encarado, visto que eram tão sem jeito, como a graça de estar só olhando, e beirando algum paraíso quase sempre impossível, num sonho invísivel, da calvagada triste de um principe principe perfeito. ‘’Ah, mas ela era uma flor tão orgulhosa...’’

Adocicada

Beatriz Guerreiro

'' E eu a via, fazendo uns caminhos retardados, sentindo uma brisa esquisita, quase inexplicavél, se eu não a visse sorrindo. Os olhos fitando o chão, e sua boca marcada por luzes infantis. A moça era doce, não poderia negar mesmo se quisesse, seria imperdoável mentir tão descaradamente. Não doce enjoativo com aquele soar de sonsa que repelia quem quisera ter contato, mas do tipo que corre atrás de uma borboleta azul, só por ela ser azul. 
E eu me lembro até hoje, daquela cena. Uns ventos ganzarrões tremendo seus cabelos luminosos, do seu loiro fazendo um umas dobrinhas pra tampar o coração de um desajeitado. Um moço quieto, beirando a loucura. Seus olhos não contentavam um foco, queriam saber, dito que eram os olhos mais curiosos que já vi, que por mais, nunca olharam pra mim.''